sábado, janeiro 29

Um título sugestivo

LER PARA VENCER
Kevin Duncan
Editora: Clube do Autor

Tudo o que deve ler para vencer. O essencial dos melhores livros de gestão sobre as temáticas que mais lhe interessam: criatividade, pensamento estratégico e liderança. As grandes teorias explicadas de forma simples e clara. As ideias mais simples que pode aplicar com êxito no seu negócio. O mundo da gestão e dos negócios pode ser confuso,dada a profusão de livros sobre a temática, todos eles garantindo ter, de alguma forma, a chave para o êxito. Mas a realidade é outra. Este livro filtra o melhor do pensamento actual na área de gestão, levando o leitor directamente aos assuntos mais relevantes, de uma forma rápida e simples. Ler para Vencer permite aprender as ideias fundamentais dos melhores livros de gestão de uma forma rigorosa, ajudando a aplicá-las no seu dia-a-dia. O livro aborda quarenta dos mais conhecidos livros, como O Cisne Negro, Outliers, Freaknonomics, Nudge, O Mundo é Plano, Sun Tzu: A Arte de Guerra para Executivos, Free - o futuro é grátis, Os seis Chapéus do Pensamento, A Lógica Oculta da Vida, Lições de Vida, De Excelente a Líder, De Bom a Excelente, A Era da Irracionalidade, A Nova Inteligência, A Vaca Púrpura, Bom dia, Preguiça, Os Prazeres do Ócio e Fazer Acontecer.

António Barreto na Arquivo

à conversa com... António Barreto
29 de janeiro |sábado |17h30

quinta-feira, janeiro 27

Já chegou "Depois do Natal"

«(...) Depois do Natal é tudo um pouco estranho...»
DEPOIS DO NATAL
Beatrice Alemagna
Editora: Bags of Books

Novo livro da também nova editora Bags of Books.
 
 http://www.jornaldeleiria.pt/portal/index.php?id=5792&search=false
"Apenas em águas tranquilas as coisas se reflectem sem distorção. Apenas numa mente tranquila está a percepção adequada do mundo". Hans Margolins.(frase cabeçalho última página JORNAL DE LEIRIA)


quarta-feira, janeiro 26

Hoje o almoço foi um "Amor de Perdição". E não era livro...

Já conhece os nossos menus literários? Vale a pena experimentar.
Ideais para um almoço ou para um lanche reforçado.

TRATADO DOS NOSSOS ACTUAIS DESCONTENTAMENTOS
Tony Judt
Editora: Edições 70
Há algo profundamente errado no modo como pensamos que devemos viver hoje em dia.
Durante 30 anos orgulhámo-nos do contrato social que definiu a vida da sociedade do pós-guerra na Europa e na América - a garantia de segurança, estabilidade e justiça. Tudo isto foi perdendo o seu real significado, revestindo agora em muitos aspectos apenas meras formalidades. Questões anteriormente pertinentes, em tempos até do foro do político, sobre a bondade ou a justiça das coisas, deixaram de ser colocadas.
Nesta obra, Tony Judt, um dos principais historiadores e pensadores contemporâneos, mostra como chegámos a este momento confuso. Num texto contundente, descreve o que todos temos sentido e remete-nos em simultâneo para a forma de sairmos desta sensação de mal-estar colectivo.

TONY JUDT (1948-2010) nasceu em Londres e fez os seus estudos em Cambridge, nos Estados Unidos da América e na École Normale Supérieure em França. Leccionou História em Cambridge, Oxford e na Universidade de Berkeley e mais tarde Estudos Europeus na Universidade de Nova Iorque, tendo sido ainda fundador e director do Remarque Institute na mesma universidade. Autor de várias obras publicadas, contribuiu também regularmente para a New York Review of Books, Times Literary Supplement, The New Republic e outras publicações.

terça-feira, janeiro 25

João Vaz de Carvalho:
 os seus trabalhos podem ser apreciados na galeria da Livraria Arquivo, a entrevista pode ser lida no Jornal de Leiria.
"Vivo neste planeta, neste mundo e absorvo o que me rodeia. Dizer que algo é absolutamente pintura ou ilustração é redutor. É mais interessante procurar o que é comum a tudo isso e quais as ferramentas retiradas de cada área para construir uma linguagem própria". João Vaz de Carvalho em entrevista ao Jornal de Leiria .

António Barreto na Arquivo

segunda-feira, janeiro 24

No final da semana, lembrar Sophia

De Passagem... António Barreto

"Vivi quase setenta anos de rupturas. Mudei muitas vezes, rompi outras tantas, deixei para trás locais, pessoas e sentimentos. Mudei de país, de cidade, de política, de amor, de familias e de profissão e, após cada mudança, pouco trouxe comigo da vida anterior. A não ser a memória, que me ajuda a pensar. Assim como a palavra escrita. E as imagens. Quando chego à minha idade e olho para trás, tenho a impressão de que a minha vida está recheada de destroços. Com estas imagens e a ajuda da memória, reparo que essa vida está nas fotografias. Não deitei nada fora, está tudo ali. Quase tudo o que vi e vivi. Sempre distante. Sempre de passagem." António Barreto, em "António Barreto - fotografias


O sociólogo vai estar na Arquivo dia 29 de Janeiro,
 para uma conversa onde decerto se falará de memória, vida, tempo, lugares, pessoas.


sexta-feira, janeiro 21

É sexta-feira foge comigo

É SEXTA-FEIRA FOGE COMIGO
Pedro Miguel
Edição de Autor
28 contos compilados pelo autor, a sua maioria já publicados anteriormente no semanário Região de Leiria e na Revista 365. O livro já está à venda na Arquivo.

«Pedro Miguel evoca certas imagens para ilustrar pontos de vista, ora literalmente ora metaforicamente. Isto pode parecer fácil mas não é: das milhentas imagens banalíssimas que nos assaltam todos os dias, é preciso sensibilidade para destacar uma, aparentemente tão banal como as outras, e tirar-lhe o sumo
António Gregório, escritor.
«As pequenas histórias incluídas em "É sexta-feira, foge comigo", de Pedro Miguel, são como snapshots, instântaneos de uma certa realidade que acontece no nosso quotidiano mas que só olhos bem treinados conseguem aferir. Histórias plenas de nonsense, escritas por uma testemunha crítica e atenta à forma pós-moderna dos dias que correm, de um tempo estranho, onde a bizarria, simplesmente, existe
Paulo Moreiras, escritor

Os textos de Pedro Miguel são difíceis de catalogar; variando entre o conto, a reflexão, o relato de viagem, o testemunho (auto-biográfico?), talvez a forma mais exacta de os classificar seja designando-os como uma espécie de road-movies literários, que acompanhamos com interesse e cumplicidade, com surpresa, com empatia, porque nos identificamos, porque sentimos que fazemos parte do que lemos; porque nos reencontramos.Assumindo-se como actor que intervém ou como espectador que assiste e relata, Pedro Miguel atrai-nos para um mundo repleto de ironia (por vezes subtil, quase inocente; outras, corrosiva e cáustica, amarga), de nostalgia (mas uma nostalgia saudável porque não conformada, não resignada, não apática), de sorrisos tristes (mas, ainda assim, sorrisos); um mundo despojado e comovedor onde sabe bem regressar porque, afinal, é o mundo de cada um de nós.
Paulo Kellerman, escritor

segunda-feira, janeiro 17

A felicidade paradoxal

«Na última década, nasceu 'um Homo consumericus de terceira geração, uma espécie de turbo consumidor distante, móvel e flexível, bastante liberto das antigas culturas de classe, imprevisivel no que toca aos seus gostos e às suas compras», mais exibicionista e menos invejoso.»  Gilles Lipovetsky define-o (define-nos?) no ensaio A Felicidade Paradoxal. E pergunta: perante a supremacia do consumo 'contínuo, desincronizado, e hiperindividualista', como se redefiniu o imaginário da felicidade Lipovetsky desemboca num paradoxo. Precisamos de menos consumo, para recentrarmos a nossa busca de satisfação, a gestão de energia global e do individualismo. Precisamos de mais consumo, para proporcionar melhores condições sociais, gerir melhor o tempo e os recursos e usufruir de experiências novas. O consumo emocional, como experiência íntima e forma de privatização dos modos de vida, está no centro de 'uma corrida desenfreada à felicidade privada'. Somos cada vez mais hedonistas e, globalmente temos cada vez mais meios para o ser. Então, por que motivo decresce a alegria de viver e aumenta a insatisfação existencial, profissional e sexual? Lipovestky sustenta a correcção do terceiro acto das sociedades de consumo numa premente reinvenção da felicidade."
Filipa Melo, Revista Ler n.º 98, Janeiro 2011.

sexta-feira, janeiro 14

Malasartes N.º 20

Sempre benvinda e muito aguardada, a edição da Revista Malasartes, Cadernos de literatura para a infância e a juventude. A  ilustração da capa do 20º número é de João Vaz de Carvalho
 (que tem também alguns trabalhos em exposição na nossa galeria até 10 de Fevereiro).

Book trailer O CORAÇÃO E A GARRAFA Oliver Jeffers


Recebido da Orfeu Negro, aqui fica uma animação da ilustradora Catarina Sobral.

quarta-feira, janeiro 12

a antecipar a exibição do filme em Leiria

"A minha posição é a de constante interrogação", José Saramago

A antecipar a conversa de sexta com Miguel Gonçalves Mendes, realizador de José e Pilar (sexta, 14 de janeiro, 18h30, aqui na Arquivo), uma sugestão de leitura para conhecer melhor o Nobel Português, nas suas palavras
 
JOSÉ SARAMAGO
Nas Suas Palavras
Edição e selecção de Fernando Gómez Aguilera
Editora: Caminho

Eu sou uma pessoa pacífica, sem demagogia nem estratégia. Digo exactamente o que penso. E faço-de forma simples, sem retórica. As pessoas que se reúnem para me sabem que, independentemente de concordarem ou não com o que penso, sou honesto, que não tento captar nem convencer ninguém. Parece que a honestidade não se usa muito nos tempos actuais. Eles vêm, ouvem e vão contentes como quem tem necessidade de um copo de água fresca e a encontra ali. Eu não faço ideia do que vou dizer quando estou perante as pessoas. Mas digo sempre o que penso. Ninguém poderá dizer nunca que enganei alguém. As pessoas têm necessidade de que lhes falem com honestidade.» José Saramago, 2003.

Neste livro foram recolhidos os seus pensamentos em entrevistas, artigos e frases soltas. Fala-se de: Deus, trabalho, ética, literatura, amor, socialismo, pátria, liberdade, política, direitos humanos, globalização, com uma inteligência apurada e fina. Este livro precioso e de referência deve estar presente nas nossas cabeceiras, como um farol de que podemos dispor na escuridão do pensamento, no mundo actual.

Fernando Gómez Aguilera (San Felices de Buena, Cantábria, 1962), poeta, ensaista e filólogo de formação. Foi também professor de literatura espanhola. è director da Fundação Cesar Manrique (Lanzarote) e curador da Fundação José Saramago. Profere com frequência conferências em universidades e centros culturais, publicou seis livros de poesia e escreveu textos críticos sobre a obra de diversos pintores e escultores. Foi também comissário de diversas exposições, fundamentalmente de arte contemporânea.
Em 2007 preparou uma grande exposição dedicada à vida e trajectória de José saramago, inaugurada na sede da Fundação César Manique, e que posteriormente se apresentou em Lisboa (Palácio da Ajuda) e São Paulo.
Conhecedor da obra do escritor português, apresentou vários livros seus e publicou ensaios e críticas literárias sobre a narrativa do Prémio Nobel da Literatura de 1998. É também autor da biografia cronológica José Saramago. A consistência dos Sonhos, publicada em Portugal pela Editorial caminho.

segunda-feira, janeiro 10

Sábado há história infantil... e vamos ter também o cantor Sérgio Godinho

O que faz uma menina de tangerina na mão?
Cheira, prova, experimenta...
O acontecimento é único
(a menina nunca antes provou nada assim)
e, por isso, todos vêm ver.
Será que vai gostar?
Vida fora, não esquecerá este primeiro gomo,
que, diz ela, tem o sabor da primeira vez.

"O Primeiro Gomo da Tangerina" é um poema (e uma música) de Sérgio Godinho.
Madalena Matoso transformou o poema em imagens, num álbum ilustrado que continua a ter um pouco de álbum musical...
Não deixem de ouvir a música. Vale mesmo a pena.
 
A Animação da história estará a cargo de Liliana Gonçalves.
Mais ao final da tarde, Sérgio Godinho também irá aparecer, para uma conversa com o público.

sábado, janeiro 8

«Dificilmente se poderá falar de 'Petersburgo', de Andrei Béli, sem referir outro russo: Vladimir Nabokov. NA opinião deste último, e cito, as quatro maiores obras-primas em prosa do século XX são, por ordem: 'Ulisses', de James Joyce; "A Metamorfose", de Kafka; "Petersburgo"; e a primeira metade do conto de fadas de Proust "Em Busca do Tempo Perdido". Sabendo-se como Nabokov era exigente nos seus gostos, a escolha é um belo cartão de visita.», Ana Cristina Leonardo, Atual, Expresso n.º1993, 8 de Janeiro 2011.

PETERSBURGO
Andrei Béli
Editora: Relógio d'Água
A história de Petersburgo decorre no Outono de 1905 e inclui reaccionários, niilistas, uma tentativa de parrícidio e uma bomba escondida numa lata. No entanto, a personagem principal é mesmo a cidade que dá título ao romance. No coração do livro está a questão que durante gerações tem atormentado os russos: a identidade nacional.

Andrei Béli (pseudónimo de Boris Bugáev) nasceu em 1880 e foi, juntamente com Aleksandr Blok, um dos principais representantes da segunda geração simbolista russa. Mas as suas metáforas e escrita inovadora fizeram também dele um dos mestres do futurismo russo e da «prosa ornamental» dos anos 20 na URSS.

HOJE a partir das 18h00


Exposição de João Vaz de Carvalho
De 8 de Janeiro a 10 de Fevereiro

Esta exposição de alguns dos trabalhos realizados ao longo dos últimos dois anos pode caracterizar-se por uma irónica linguagem figurativa onde as personagens e os objectos se agrupam, interagem e criam situações absurdamente inesperadas. As figuras, carregadas de um humor silencioso, representam o seu papel, entre o divertido e o assustado. O observador, quase sempre consegue rever-se em alguma das situações representadas e sorri.

sexta-feira, janeiro 7

Submundo, de Don DeLillo






SUBMUNDO
Don DeLillo
Editora: Sextante
Tradução de Paulo Faria
1.ª edição: Abril 2010



"Submundo é um livro magnífico de um mestre americano", Salman Rusdhie

Submundo é a crónica de vidas ordinárias inseridas no último meio século da história amerciana. No imenso palco do romance, elas cruzam-se com figuras que marcaram a época - J. Edgar Hoover, Frank Sinatra, entre outras. DeLillo faz surgir uma obra de arte deslumbrante do outro lado, obscuro e escondido, da humanidade contemporânea.

Don DeLillo nasceu em 1936, em Nova Iorque. É autor de vários romances e peças de teatro. Foi galardoado com o National Book Award, o PEN/FAulkner Award e o Jerusalem Prize. Submundo foi finalista dos prémios Pulitzer e do National Book Award e recebeu em 2000 a Medalha Howells da American Academy of Arts and Letters pela mais eminente obra de ficção dos últimos cinco anos; em 2006 foi considerado um dos três melhroes romances dos último vinte e cinco anos pela New York Times Book Review. A Sextante Editora publicou anteriormente dois dos seus romances, O homem em queda e Ruído Branco.

quinta-feira, janeiro 6

Realizador Miguel Gonçalves Mendes a propósito do filme "José e Pilar"



O realizador Miguel Gonçalves Mendes vai estar na Arquivo dia 14 de janeiro, pelas 18h30, para uma conversa com Pedro Neves a propósito de "José e Pilar" e de outros seus trabalhos.

"Miguel Gonçalves Mendes mostra o José que havia em Saramago. E agora ao lado de uma grande obra, ficou com uma grande dívida. Miguel Gonçalves Mendes aos, 32 anos parece ter feito o trabalho de uma vida (...) em José e Pilar descobrimos o Saramago que nunca vimos, intimo e pessoal." Manuel Halpern

SINOPSE DO FILME:
A Viagem do Elefante, o livro em que Saramago narra as aventuras e desventuras de um paquiderme transportado desde a corte de D. João III à do austríaco Arquiduque Maximiliano, é o ponto de partida para José e Pilar, filme de Miguel Gonçalves Mendes que retrata a relação entre José Saramago e Pilar del Río.
Mostra do dia-a-dia do casal em Lanzarote e Lisboa, na sua casa e em viagens de trabalho por todo o mundo, José e Pilar é um retrato surpreendente de um autor durante o seu processo de criação e da relação de um casal empenhado em mudar o mundo – ou, pelo menos, em torná-lo melhor.
José e Pilar revela um Saramago desconhecido, desfaz ideias feitas e prova que génio e simplicidade são compatíveis. José e Pilar é um olhar sobre a vida de um dos grandes criadores do século XX e a demonstração de que, como diz Saramago, “tudo pode ser contado doutra maneira”.

Como vai ser Janeiro...

AGENDA CULTURAL DE JANEIRO
LIVRARIA ARQUIVO
À conversa com...
14 de Janeiro | 18h30
À Conversa com ... Miguel Gonçalves Mendes, a propósito do filme “José e Pilar”.
História Infantil
15 de Janeiro | 16h30
Animação da História Infantil “O Primeiro Gomo da Tangerina”, de Sérgio Godinho e ilustração de Madalena Matoso.
Animadora: Liliana Gonçalves.
À conversa com...
15 de Janeiro | 18h00
À conversa com... Sérgio Godinho a propósito das canções e dos livros, uma vida.
À conversa com...
29 de Janeiro | 17h30
À Conversa com... António Barreto
Um olhar sobre Portugal e o Mundo a partir de “António Barreto - Fotografias”
workshop
29 de Janeiro | todo o dia
(sujeito a inscrição prévia)
Workshop "Era uma vez… take two! - Escrever para crianças"
Orientado por Margarida Fonseca Santos
Exposição
Exposição de João Vaz de Carvalho
De 8 de Janeiro a 10 de Fevereiro

Programação da LIVRARIA ARQUIVO
O Instituto Politécnico de Leiria apoia a agenda cultural da Livraria Arquivo.
Apoios: Te-ato, grupo de teatro de Leiria; Portal Orelhas;

quarta-feira, janeiro 5

Primeiro gomo da tangerina e Sérgio Godinho na Arquivo


Encontro marcado com Sérgio Godinho na Arquivo para uma conversa sobre livros, canções e uma vida. É no sábado, 15 de Janeiro, às 18h. Antes, às 16h30, haverá história para os mais pequenos: "O primeiro gomo da tangerina", livro com a letra desta música, magnificamente ilustrado por Madalena Matoso e editado pela Planeta Tangerina. Uma tarde em pleno!

Enquanto "Freedom" não chega...


"O Grande Romancista Americano", Time

CORRECÇÕES
Jonathan Franzen
Editora: D. Quixote

Esta é a história dos Lambert, uma família normal: Alfred, um engenheiro reformado à beira do caos mental e físico devido à doença de Parkinson; Enid, a sua mulher, obcecada em reunir em casa os três filhos numa última ceia de Natal; Chip, um ex-professor, despedido por dormir com uma aluna, que tem negócios sujos na Lituânia; Denise, fria e racional chef de um restaurante da moda, ligada sentimentalmente ao seu patrão, e Gary, um banqueiro snobe e paranóico, preso a um casamento de pesadelo.
O prodígio deste romance é a secreta ligação entre o universo dos Lambert e o resto do mundo, os Estados Unidos da América no fim dos anos 90, um país irascível a caminho de um novo milénio.
Correcções é um grandioso romance tragicómico sobre o início de um novo século, uma obra-prima sobre uma família que se desmembra numa época em que tudo tem arranjo, tudo se pode corrigir. Um romance divertido, corrosivo e profundamente humano, que confirma Jonathan Franzen como um dos mais brilhantes intérpretes da sociedade contemporânea.
 
Jonathan Franzen nasceu em 1959 no Illinois e vive em Nova Iorque. É autor de quatro romances: The Twenty-Seventh City (1988), Strong Motion (1992), Correcções (2001) e Freedom (2010); e de duas obras de não-ficção: How to Be Alone (2002) e The Discomfort Zone (2006). Foi considerado pela Granta e pelo The New Yorker como um dos melhores romancistas norte-americanos com menos de quarenta anos. Poucas obras conseguiram um reconhecimento da crítica e do público tão unânime como Correcções , que teve mais de um milhão de leitores nos Estados Unidos, foi classificado como obra-prima e como «o grande romance do século», conheceu uma difusão internacional sem precedentes com a publicação em quase todas as línguas e um sólido projecto cinematográfico. Com Correcções, Jonathan Franzen obteve ainda o National Book Award 2001 e o James Tait Black Memorial Prize 2002.
Em Agosto de 2010, Jonathan Franzen foi capa da revista Time – uma honra que não era concedida a um autor vivo há uma década – com as palavras «O Grande Romancista Americano» em grande destaque

terça-feira, janeiro 4

"Escrever para Crianças", workshop orientado por Margarida Fonseca Santos

A minha vida mudou quando decidi dedicar-me à paixão
que é escrever. Comecei pela literatura infantil, depois segui para a juvenil, mas nunca deixei de escrever para adultos. Ensinar pela escrita e contar as minhas histórias são as duas outras paixões...”
Margarida Fonseca Santos

ERA UMA VEZ...TAKE TWO!
Escrever para crianças
Orientado por Margarida Fonseca Santos
Livraria ARQUIVO | 29 de Janeiro de 2011
Escrever para crianças e jovens é algo tão apaixonante quanto trabalhoso. No entanto, depois de experimentar, torna-se um desafio que gostamos de abraçar.
Iremos partir de alguns exercícios de escrita criativa, compreender a especificidade da escrita para crianças e experimentar vários caminhos – o universo fantástico, os objectos como personagens, do trabalho do diálogo, a construção de enredos. Não esqueceremos a metáfora e os cuidados a ter quando a utilizamos.
A QUEM SE DESTINA: Podem inscrever-se neste curso todas as pessoas: as que já fizeram o módulo do ano anterior e as que vêem de novo. Esperam-vos horas de construção e de sorrisos.

Margarida Fonseca Santos: Tem vários livros publicados, sobretudo na área infanto-juvenil. Orienta ateliers de escrita criativa com crianças, adultos e professores, sendo co-autora do livro Quero Ser Escritor! Escreveu várias peças de teatro de onde se destacam: As peças sobre Matemática para crianças e jovens, e O Navio dos Rebeldes (T. da Trindade), António, Bispo do Porto (Seiva Trupe) e A Filha Rebelde (T. Nac. D. Maria II) e Matemática, para quê? (Bica Teatro). Em co-autoria com Maria João Lopo de Carvalho escreve a colecção 7 irmãos, e com Rita Vilela dois livros de metáforas (Histórias para Contar Consigo e Brincar com Coisas Sérias), apresentando-se regularmente a contá-las.

DATA E HORÁRIO: 29 de janeiro | Das 10h às 13h . Das 14h30 às 17h30.
PREÇO: 45,00€
N.º INSCRIÇÕES: 15
Data limite de inscrições: 25 de Janeiro
LOCAL: Livraria Arquivo – Av. Combatentes da Grande Guerra, 53, Leiria
Mais informações: Paula Carvalho | 244 822 225 | agenda@arquivolivraria.pt
As inscrições poderão ser feitas ao balcão da Livraria Arquivo, por telefone e por e-mail, só sendo consideradas válidas após oficialização do pagamento, que poderá ser efectuado ao balcão ou por transferência bancária para através do Nib Livraria Arquivo : 0035 2044 00043076930 03. Agradecemos o envio do comprovativo da transferência para agenda@arquivolivraria.pt .







Para muitos é este o melhor livro do ano

É voz corrente que As Aventuras de Augie March equivalem, no século XX, às de Huckleberry Finn. Martin Amis, por exemplo, diz que As Aventuras de Augie March é o grande romance da literatura americana, e que não vale a pena procurar por melhor.


Nesta narrativa picaresca das glórias e vicissitudes da fortuna, o herói, um homem de qualidades indefiníveis, cuja motivação principal é a busca do amor, conta a sua história. Esta envolve uma inigualável gama de esquemas e episódios mirabolantes — que vão do trato com pugilistas ao contrabando de emigrantes; do roubo de livros à organização de sindicatos; da segurança de Trotsty, no México, ao treino de águias temperamentais na caça de lagartos gigantes, ou ao resgate da humanidade pela abolição do aborrecimento. Escusado será dizer que estes projectos são acompanhados (ou interrompidos) por relações com mulheres fortes, sempre excelentes amantes, e às vezes ricas.

Considerado um dos maiores romancistas americanos do Pós-guerra, Saul Below descreve nos seus romances a complexidade social e psicológica do mundo. Influenciado pela narrativa existencialista europeia e por Franz Kafka, abordou também a problemática judaica num estilo irónico e distanciado.
Saul Below foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1976.

AS AVENTURAS DE AUGIE MARCH
Saul Below
Editora: Quetzal

O nosso Livro do Mês


VERÃO
J. M. Coetzee
Editora: Dom Quixote
PVP: 17,67
ESPECIAL PREÇO LIVRO DO MÊS ARQUIVO: 14,14€

Um jovem biógrafo inglês trabalha num livro sobre o falecido escritor John Coetzee. O seu trajecto é concentrar-se nos anos entre 1972 e 1977, época em que Coetzee, então na casa dos 30, compartilhava com o pai viúvo uma degradada casa rural nos arredores da Cidade do Cabo. Trata-se, segundo o biógrafo depreende, do período em que aquele estava «a apalpar terreno como escritor».
Sem nunca ter conhecido pessoalmente Coetzee, abalança-se a uma série de entrevistas a pessoas que foram importantes para ele: uma mulher casada com quem teve um caso, a sua prima preferida, Margot, uma bailarina brasileira cuja filha teve aulas de Inglês com ele, e velhos amigos e colegas. A partir dos seus testemunhos surge uma retrato do jovem Coetzee como um individuo desajeitado e livresco, dotado de pouco talento para se abrir com os outros. No seio da família é visto como um forasteiro, alguém que tentou fugir da tribo e que agora voltou, mais contido. Na África do Sul da época, a sua obstinação em fazer trabalhos braçais, o cabelo e a barba crescidos e os boatos segundo os quais escreve poesia, não suscitam outra coisa que não a desconfiança.
Ora comovente, ora francamente divertido, Verão mostra-nos um grande escritor em pleno aquecimento para o seu trabalho. Verão completa a trilogia de memórias ficcionadas que se iniciou com Boyhood e Youth.

J. M. Coetzee nasceu em 1940, na Cidade do Cabo, estudou na África do Sul e nos Estados Unidos e actualmente reside na Austrália.
Entre as suas obras contam-se No Coração desta Terra, À Espera dos Bárbaros, A Vida e o Tempo de Michael K., O Mestre de Petersburgo, Desgraça, Elizabeth Costello, O Homem Lento e Diário de um Mau Ano, um romance em que o autor dividiu a página em três planos narrativos distintos numa ousada experiência entre a ficção e o ensaio.
Verão, finalista do Booker Prize em 2009, e muito aclamado pela crítica e pelos leitores, é o seu mais recente livro.
Tendo sido o primeiro escritor a vencer por duas vezes o Booker Prize, foi galardoado em 2003 com o Prémio Nobel da Literatura.

segunda-feira, janeiro 3